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IFB | Instituto Foodservice Brasil
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Quem Somos

Criado por iniciativa de representantes das principais empresas do setor, o Instituto de Foodservice Brasil representa a união da cadeia de valor: fabricantes, prestadores de serviços e operadores, que juntos buscam soluções para temas que impactam suas atuações no mercado de alimentação fora do lar.

Missão

Unir a cadeia de valor - fabricantes, prestadores de serviços e operadores - em prol do crescimento, profissionalização e amadurecimento do Foodservice no Brasil.

Visão

Elevar o segmento de Foodservice do Brasil a padrões de classe mundial em consumo, segurança alimentar e eficiência operacional em benefício do consumidor.

0

Bilhões de Reais

Faturamento

0

Mil

Colaboradores

0

 

Estabelecimentos

0

Milhões/Mês

Consumidores

EMPRESAS ASSOCIADAS

ATUAÇÃO DO IFB

1. DESENVOLVIMENTO DE INDICADORES SETORIAIS

O Mercado de Foodservice é carente de informações, o objetivo do IFB é viabilizar informações atualizadas, ter indicadores comuns e gerar entendimentos estruturados sobre o mercado, permitindo que toda a cadeia de valor do foodservice (fabricantes, distribuidores, operadores e prestadores de serviços), se organize de forma mais eficiente e adequada para atender ao consumidor final e criando uma visão para o futuro.

Para se aprofundar cada vez mais o IFB realiza estudos regulares e eventuais, como o Estudo com Consumidores, realizado em 2014, com 5000 mil operadores das cinco regiões do Brasil, obtendo ainda dados comparativos em relação a 11 países. O IFB também realiza estudos com Transformadores, segmentando o canal de foodservice, de forma a obter um diagnóstico atualizado sobre operadores independentes e o funcionamento de seu ciclo dentro da cadeia.

As pesquisas destacam:

Sobre a dinâmica do mercado e seus operadores:

• O mercado brasileiro é bastante fragmentado, onde mais de 80% dos estabelecimentos são independentes; se somarmos a este % também os estabelecimentos que compõem redes pequenas de até 5 estabelecimentos), chegamos a 93% dos estabelecimentos caracterizados por empreendimentos familiares e de pequeno porte;

• Outro fato importante no mesmo sentido é a predominância de estabelecimentos com faturamento bastante pequeno, sendo que 64% deles tem faturamento mensal abaixo de R$ 50 mil;

• Esta realidade contrasta bastante com o perfil das principais redes de alimentação (especialmente, fast-food, como são Bob’s, McDonalds, Burger King, Spoleto, etc), em diversos temas, desde o estágio de profissionalização, os modelos de abastecimento, o apelo ao consumidor, etc;

• Impulsionados pela interiorização do País (e do varejo, por consequência), pela expansão dos shopping centers, pelo aumento e distribuição da renda e pela modernização do consumo, as redes de alimentação crescem a uma taxa acima da média do mercado e dos independentes; porém, ainda representam muito menos do que nos Estados Unidos, onde respondem por mais de 60% do mercado;

• Em que pese este crescimento maior entre as redes, fato é que o mercado brasileiro é ao mesmo tempo jovem e alvo de desenvolvimento contínuo: 11% dos estabelecimentos tem menos de 1 ano de atividade e 41% tem 4 anos ou menos;

• Entre as características que se destacam e que devem ser observadas nos empreendimentos hoje é o movimento ligado à ampliação da capacidade de atendimento dos estabelecimentos via “take-away”, “delivery online”, etc; hoje, ainda encontramos apenas 5% dos estabelecimentos convivendo com ao menos 4 formas de atendimento e outros 27% com 3 formas; estes números deverão se expandir rapidamente nos próximos anos;

• Com esta característica de aberturas de lojas, sejam independentes ou partes de redes, começam a desembarcar no País novas bandeiras e formatos, especialmente num “degrau de cima” em relação aos “fast-foods”, que são os “casual dinings”, como P.F. Changs, Olive Garden, Red Lobster, Cheesecake Factory, etc.

Sobre a dinâmica do consumo e seus consumidores:
• Quanto ao consumo e ao consumidor brasileiro, vemos que ele vem consistentemente alocando cada vez mais peso de seu orçamento com alimentos no Foodservice (quase 1/3 do orçamento de alimentos é consumido fora do lar), porém, ainda estamos bem distantes de padrões americanos ou europeus;

• Em que pese o mercado brasileiro ser mais “novo” e menos estabelecido do que o de outros Países, o principal limitante para crescimentos mais vigorosos é o preço da refeição no Brasil; se compararmos o custo das refeições no Brasil com outros Países, considerando a paridade com o poder de compra em cada local, temos aqui uma refeição custando pelo menos 20% mais cara do que para um americano, e praticamente o mesmo que um consumidor alemão paga por sua refeição, por exemplo;

• Como consequência, verificamos que a frequência com que o brasileiro realiza refeições fora de casa está entre as menores do mundo, com 1,3 vezes/dia, tomando apenas aqueles que afirmam ter realizado refeições fora de casa;

• Uma constatação bastante importante, que desfaz qualquer mito sobre a associação direta do Foodservice com o lazer e o entretenimento é que o consumo ocorre prioritariamente nos dias de semana (mais de 70%) e o principal momento de refeição (que chamamos de “day-part”) é o almoço, com mais de 34% de todas as refeições do dia todo;

• Cabe um destaque para uma forte incidência de pessoas que consomem também um “lanche da tarde”, que já aparece como o 2º momento mais importante do dia no consumo fora do lar;

• E, quando buscamos entender as razões que levam um consumidor a escolher os locais em que realiza suas refeições fora do lar, duas conclusões muito importantes: primeiro: é o relacionamento e a conveniência que motivam a decisão (afirmações como “gosto de lá”, “a localização é conveniente” e “sempre vou  lá” são as 3 mais frequentes); segundo: os “motores” da escolha do estabelecimento pelo consumidor no Brasil são basicamente os mesmos de outros Países em que o Foodservice é mais desenvolvido.
2. EFICIÊNCIA NA CADEIA DE DISTRIBUIÇÃO

Através de Estudos realizados, utilizando a mesma matéria prima, podemos obter índices comparativos com outros países em relação ao percurso que um produto faz até chegar ao consumidor. E assim, diagnosticar onde estão e quais são os principais problemas, de forma a investir em melhorias para toda cadeia, incluindo processos de importação.

3. DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

Os operadores de foodservice sofrem em relação ao alto índice de rotatividade. A falta de experiência, de responsabilidade na realização das atividades e de formação mínima para a função estão entre as principais dificuldades encontradas pelos restaurantes na contratação de funcionários. Muitos profissionais não são capacitados ou possuem cursos e treinamentos na área de atuação, e em sua maioria predominam-se funcionários com escolaridade de ensino fundamental em maior proporção, ou seja, a conclusão a que se chega é que faz-se necessário qualificar a gestão de pessoas neste segmento, de modo oferecer serviços que contemplem desde condições de segurança alimentar para a população consumidora, até expertise em bom atendimento ao cliente.

Em muitos casos o cidadão tem o seu primeiro emprego em operações de foodservice e torna-se um profissional através dos treinamentos que estas companhias proporcionam.

Faz parte do IFB – Instituto Foodservice Brasil, encontrar as melhores soluções no que diz respeito ao desenvolvimento de pessoas de foodservice, para tanto se faz necessário também, que uma vez sendo o segmento tão relevante empregador, benefícios em relação aos investimentos realizados no setor sejam acatados e incentivados por instituições públicas e governamentais.

Benefício às Empresas que Educam, Treinam, e Profissionalizam seu colaborador.

Flexibilização de carga horária

Definição de cargos genéricos

4. SEGURANÇA ALIMENTAR E SUSTENTABILIDADE

Segundo a World Health Organization (1984), segurança alimentar é um termo abrangente, que significa que “todas as pessoas, em todos os momentos, devem ter acesso à uma alimentação suficiente para uma vida ativa e saudável, disponível, e portanto, em quantidade e qualidade nutricionalmente adequadas, além de livre de contaminações que possam levar ao desenvolvimento de doenças de origem alimentar.”

O IFB, através de uma matriz priorização foca seus esforços em Segurança Alimentar:

Controles de temperaturas críticas

Shelf life – tempo de validade

Sustentabilidade:
A população do planeta vem aumentando a passos largos, haja vista que ultrapassamos a marca dos sete bilhões, num crescimento de dois bilhões em apenas 25 anos. Um maior contingente populacional e a concentração em áreas urbanas resultam em ampliação na utilização dos serviços ecossistêmicos, cuja depleção ocorre tanto pela utilização para a produção e consumo, como pelos danos decorrentes do retorno dos resíduos à natureza, após sua utilização pelo homem.

No Brasil, como em outros países em desenvolvimento, outros malefícios somam-se à questão ambiental, ocasionados por deficiências na gestão dos resíduos sólidos urbanos, como as doenças decorrentes da proliferação de vetores causadores de doenças e a emissão desnecessária de gases de efeito estufa, agravadores do aquecimento global.

Através da matriz de priorizações do IFB, buscamos compreender as causas do comportamento de consumo vigente e as formas de atuação na direção da minimização de:
Geração de lixo e resíduos

Descarte de Óleos e vidros

Coleta, Separação e Reciclagem.

5. RACIONALIZAÇÃO TRIBUTÁRIA

Nossos estudos mostraram que comer fora de casa é cerca de 20% mais caro no Brasil. Essa informação sinaliza que precisamos trabalhar fortemente para que possamos ser mais eficientes e termos custos mais baixos. Matéria-prima, logística e mão de obra englobam 65% do custo total do setor. O IFB tem como princípio atuar em sinergia com todas as empresas associadas a frente do comitê tributário, de forma a reduzir os custos para o consumidor.

O IFB vem trabalhando para sensibilizar o governo na esfera estadual. E inclusive em alguns lugares já conseguiu modificar a cobrança da Substituição Tributária (ST), que é o imposto pago pelo produto antes do consumo. Para o restaurante essa tributação é extremamente danosa, inflacionária e gera crédito na cadeia de negócios. No que diz respeito ao Governo Federal, o mais importante é que o segmento seja incluído no plano Brasil Maior, projeto que prevê a desoneração da folha de pagamento e que se tornou permanente recentemente, mas que não incluiu o segmento do foodservice.

Padrão de consumo aumentou. Apesar de caro, segundo dados da pesquisa desenvolvida pelo IFB, o padrão de consumo fora de casa aumentou no Brasil. O percentual de despesas com alimentação fora do lar no total de gastos das famílias com alimentação passou de 24% em 2002 para 33% em 2013. No mesmo período, o valor nos Estados Unidos foi de 50 e 49%, respectivamente. Entretanto, se olharmos esses números regionalmente e entre as classes sociais, os números são bem maiores, inclusive ultrapassando o mercado norte-americano.

ICMS

Desoneração da folha de pagamento

Nota Fiscal

SPED Fiscal

Créditos de PIS/COFINS

REPRESENTANTES DAS EMPRESAS ASSOCIADAS

O IFB – Instituto Foodservice Brasil é formado pelos líderes das principais e mais relevantes empresas atuantes no mercado de Foodservice.

MULTIMÍDIA

Informações para a imprensa:
Spin Comunicação
Tania Tavares – tania@spin.ag – 11 4314.1982
Rodrigo Fernandes – rodrigo@spin.ag – 11 4314.1989

IDF - ICVA Foodservice - Março 2017 - Baixe aqui

DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD

04/05/2017

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